Composição digital com rosto robótico, linhas de dados e infraestrutura tecnológica.
VISÃO ARTIFICIAL E PROCESSAMENTO DE IMAGEM

Machine Vision and Computer Graphics

Plataformas industriais para captar, processar e interpretar imagem junto ao processo. Selecionamos compute, aceleração e interfaces em função das câmaras, do software e do tempo de resposta exigido.

O desempenho começa na arquitetura de aquisição e processamento

Resolução, cadência de imagem, número de câmaras e complexidade do modelo determinam a carga de processamento. A escolha deve equilibrar CPU, GPU, memória, armazenamento e largura de banda sem perder de vista o ambiente de instalação.

A arquitetura deve também considerar interfaces de câmara, sincronização, comunicação com PLCs e ciclo de vida da plataforma. O objetivo é processar dados localmente e entregar resultados úteis ao processo com latência previsível.

Mão robótica diante de uma rede digital de pontos e ligações.

Como dimensionamos sistemas de visão industrial

Partimos das câmaras, do software e do resultado esperado para definir processamento, conectividade e condições de operação.

  • Quantificar o fluxo de imagem Resolução, imagens por segundo, compressão e número de canais determinam memória, armazenamento e largura de banda.
  • Selecionar compute e aceleração CPU, GPU ou acelerador são escolhidos em função do algoritmo, da latência e do perfil térmico disponível.
  • Integrar com o processo Interfaces de câmara, sinais de trigger, Ethernet industrial e comunicação com PLCs devem ser validados em conjunto.

Está a dimensionar um sistema de visão?

Partilhe as câmaras, o software, o tempo de resposta e o ambiente de instalação. A equipa AGL ajuda a construir uma shortlist técnica.

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